A empresa sueca Saab está a equacionar a montagem de componentes dos caça Gripen em Portugal ao mesmo tempo que espera fechar negócio com o Governo, argumentando que o país se tornaria “mais relevante” com esta esquadra.
Com céu azul em Linköping, cidade considerada o “berço” da Força Aérea sueca, o caça Gripen-E voa a pique em direção ao céu, antes de voltar a baixar a altitude, em manobras rápidas e por vezes ruidosas, numa demonstração para a imprensa portuguesa no aeroporto local.
Dois anos depois de a Suécia ter aderido à NATO, e num contexto de aumento dos gastos em Defesa, a sueca Saab quer voar mais alto e estar à altura de outros fornecedores de caças que ambicionam fechar negócio com Portugal para a substituição da esquadra dos F-16 – como os Estados Unidos da América, com os F-35, ou o consórcio europeu que inclui a Airbus e os seus Eurofighters.
A Saab não propõe apenas a venda destes caças a Portugal, mas quer inserir o país na cadeia de produção, numa lógica de cooperação mútua.
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