De acordo com informação do INE, em março de 2026, as exportações de bens registaram taxas de variação nominais de 10,6% em termos homólogos (tvh) e de 20,9% face a fevereiro (variação em cadeia), atingindo 7,5 mil milhões de euros, em valor absoluto.
Quanto às importações, o crescimento homólogo nominal foi de 11,6% e de 16,3% em cadeia, totalizando 10,4 mil milhões de euros.
O défice da balança comercial de bens foi de 2,9 mil milhões de euros, superior em 356,1 M€ em relação ao mesmo mês de 2025 e em 153,1 milhões de euros comparativamente ao mês anterior.
Em valores acumulados, em 2026 (janeiro a março), as exportações de bens ascenderam a 19,7 mil M€, contra 21,1 mil M€ no período homólogo do ano anterior, ou seja, uma diminuição de 1,4 mil M€ (tvh -6,5%).
De janeiro a março, Espanha foi o principal destino das nossas exportações de bens com uma quota de 26,1% no total, seguindo-se França (12,6%) e Alemanha (12,2%). Os EUA e o Reino Unido, com quotas de 5,1% e 4,2%, respetivamente, foram os principais clientes extracomunitários e quarto e sexto em termos globais.
Por grupos de produtos, as Máquinas e Aparelhos constituíram a principal exportação com uma quota de 16,8% do total, seguindo-se os Veículos e Outro Material de Transporte (13,4%) e os Metais Comuns (8,6%).
De destacar os aumentos das exportações de Máquinas e Aparelhos (+205,7 milhões de euros; tvh 6,6%), de Metais Comuns (+59,4 milhões de euros; tvh 3,6%) e de Minerais e Minérios (+51,3 milhões de euros; tvh 6,2%).