O Equador tem cerca de 18 milhões de habitantes e um PIB per capita de aproximadamente 7 110 dólares. É a maior economia do mundo com dolarização integral, um fator que contribuiu para a estabilidade da inflação. No entanto, a adoção de políticas económicas pouco convencionais ao longo dos anos e os recorrentes períodos de instabilidade política originaram desequilíbrios macroeconómicos, enquanto a forte dependência das exportações de petróleo continua a representar um importante fator de vulnerabilidade para a economia e para as finanças públicas.
O país dispõe de significativos recursos naturais, incluindo reservas de petróleo, ouro e cobre, além de abundantes recursos marinhos. A sua economia tem uma forte vocação exportadora, destacando-se produtos como o petróleo, o camarão, a banana, o cacau e as flores.
A atividade económica concentra-se sobretudo em Quito e Guayaquil. A capital assume um papel predominante nos setores dos serviços e da administração, enquanto Guayaquil é o principal centro comercial e logístico do país, acolhendo o maior porto de mercadorias do Equador.
Após a recessão registada em 2024, a economia iniciou uma trajetória de recuperação em 2025, prevendo-se um crescimento moderado em 2026. A melhoria da confiança dos investidores e um contexto financeiro internacional mais favorável deverão continuar a apoiar a atividade económica, estimulando o investimento privado.
Apesar desta evolução, o país continua a enfrentar desafios relacionados com a sustentabilidade das contas externas e a necessidade de reforçar a diversificação da sua estrutura produtiva, reduzindo a dependência das exportações de matérias-primas.
O Equador oferece oportunidades de negócio em setores como a energia, a mineração, os recursos naturais, a agroindústria, as infraestruturas e o turismo, áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento económico do país.
(Atualizado em março de 2026).