A Malásia está a reforçar a aposta na gestão de instalações, um segmento que ganhou nova relevância estratégica ao registar projetos avaliados em RM39,59 mil milhões entre 2023 e 2025. A mensagem foi sublinhada pelo Vice-Ministro das Obras, Datuk Seri Ahmad Maslan, durante a Contractors Convention 2026, em Butterworth, onde apelou às empresas de construção para diversificarem a sua atividade para além da obra nova.
Segundo o governante, a manutenção de ativos deixou de ser uma função complementar no pós construção para se afirmar como um subsetor de elevado crescimento, com potencial para gerar novas fontes de receita para empreiteiros com competências especializadas.
Apesar deste potencial, o mercado permanece ainda pouco explorado: o Construction Industry Development Board (CIDB) registou 1.541 projetos de gestão de instalações, face a apenas 468 empreiteiros registados nas especializações F01 e F02.
A publicação do novo CIS 33:2026 Facility Management Good Practice Guide, desenvolvido pelo CIDB, representa um passo relevante para estruturar práticas mais sistemáticas e sustentáveis na conservação de edifícios, estradas, pontes e outros ativos. O guia pretende servir de referência para proprietários de ativos, gestores de instalações, empreiteiros e demais intervenientes, alinhando-se com os objetivos da National Construction Policy 2030.
A prioridade dada à manutenção reflete também uma mudança de mentalidade no investimento público. Ahmad Maslan alertou para os riscos de um modelo centrado apenas em “construir e abandonar”, defendendo uma abordagem orientada para a preservação do ciclo de vida dos ativos. No setor rodoviário, o Ministério das Obras estima necessitar de cerca de RM4 mil milhões por ano para assegurar a manutenção adequada de estradas danificadas e vias estreitas, embora a dotação atual ronde os RM2 mil milhões.
Paralelamente, a Malásia está a integrar tecnologia na gestão da mobilidade. A aplicação local Tuju, lançada pela autoridade rodoviária LLM, disponibiliza informação em tempo real sobre o estado do trânsito, portagens, áreas de descanso, contatos de emergência e participação de danos rodoviários através da funcionalidade MyJalan.
Para empresas portuguesas com soluções em engenharia, manutenção, gestão de ativos, digitalização de infraestruturas, smart mobility e facility management, esta evolução sinaliza um mercado em clara fase de profissionalização, onde a procura por conhecimento técnico, eficiência operacional e modelos sustentáveis de manutenção deverá ganhar peso nos próximos anos.
Segundo o governante, a manutenção de ativos deixou de ser uma função complementar no pós construção para se afirmar como um subsetor de elevado crescimento, com potencial para gerar novas fontes de receita para empreiteiros com competências especializadas.
Apesar deste potencial, o mercado permanece ainda pouco explorado: o Construction Industry Development Board (CIDB) registou 1.541 projetos de gestão de instalações, face a apenas 468 empreiteiros registados nas especializações F01 e F02.
A publicação do novo CIS 33:2026 Facility Management Good Practice Guide, desenvolvido pelo CIDB, representa um passo relevante para estruturar práticas mais sistemáticas e sustentáveis na conservação de edifícios, estradas, pontes e outros ativos. O guia pretende servir de referência para proprietários de ativos, gestores de instalações, empreiteiros e demais intervenientes, alinhando-se com os objetivos da National Construction Policy 2030.
A prioridade dada à manutenção reflete também uma mudança de mentalidade no investimento público. Ahmad Maslan alertou para os riscos de um modelo centrado apenas em “construir e abandonar”, defendendo uma abordagem orientada para a preservação do ciclo de vida dos ativos. No setor rodoviário, o Ministério das Obras estima necessitar de cerca de RM4 mil milhões por ano para assegurar a manutenção adequada de estradas danificadas e vias estreitas, embora a dotação atual ronde os RM2 mil milhões.
Paralelamente, a Malásia está a integrar tecnologia na gestão da mobilidade. A aplicação local Tuju, lançada pela autoridade rodoviária LLM, disponibiliza informação em tempo real sobre o estado do trânsito, portagens, áreas de descanso, contatos de emergência e participação de danos rodoviários através da funcionalidade MyJalan.
Para empresas portuguesas com soluções em engenharia, manutenção, gestão de ativos, digitalização de infraestruturas, smart mobility e facility management, esta evolução sinaliza um mercado em clara fase de profissionalização, onde a procura por conhecimento técnico, eficiência operacional e modelos sustentáveis de manutenção deverá ganhar peso nos próximos anos.