O MotoGP Portugal 2025, disputado no Autódromo Internacional do Algarve, recebeu cerca de 166 mil entradas e adeptos de 70 países, com 40% do público vindo do estrangeiro. Segundo um estudo da EY-Parthenon para a Parkalgar, a prova gerou 102 milhões de euros de Valor Acrescentado Bruto, dos quais 56 milhões no Algarve, além de 2.024 empregos equivalentes a tempo inteiro e 35 milhões de euros de receita fiscal.
Depois de Portugal (60% dos espectadores), os principais mercados foram França (12%) e Espanha (8%). Entre os visitantes não europeus, destacam-se os Estados Unidos, o Canadá e o Brasil, o que mostra a capacidade do evento para atrair públicos de mercados distantes.
Os visitantes do norte da Europa são os que ficam mais tempo, com destaque para a Finlândia (7,4 noites) e a Dinamarca (7 noites). Os dinamarqueses registam também a maior despesa média em Portugal, com 3.732 euros por pessoa.
Para Jaime Costa, CEO do Autódromo Internacional do Algarve, o evento é um ativo estratégico para o Algarve e para Portugal. Sublinha que a prova, realizada em época baixa, gera procura turística quando mais importa e reforça a projeção internacional do destino.
Deixei de fora o perfil detalhado do espectador, as dormidas nos municípios vizinhos e os valores médios de alojamento e alimentação. O estudo foi encomendado pela Parkalgar, que gere o circuito, por isso os números são apresentados como “segundo o estudo”. Se quiser, junto uma frase com as outras despesas ou escrevo uma versão ainda mais curta.