Depois do papel higiénico preto, a Renova prepara-se para lançar um novo produto premium: papel higiénico produzido a partir de têxteis reciclados. A novidade foi revelada por Paulo Pereira da Silva, CEO da empresa, durante um almoço-debate do International Club of Portugal (ICPT), onde destacou a estratégia de inovação e de construção de marca que tem orientado a internacionalização da empresa portuguesa.
Formado em Física Teórica, o gestor sublinhou que a Renova é, sobretudo, "uma aventura de desenvolvimento de uma marca pelo mundo". Segundo explicou, Portugal tem poucas marcas globais e, por isso, criar valor através da marca torno u-se um objetivo central para a empresa.
Fundada em 1939, em Torres Novas, a Renova iniciou um percurso de disrupção no mercado nos anos 60 com aquilo que o gestor descreve como um "não produto": o papel higiénico, um artigo tradicionalmente sem ligação emocional com os consumidores. A estratégia mudou quando a empresa lançou o papel higiénico preto, acompanhado de outras cores fortes, transformando um produto banal num elemento distintivo da marca.
Aposta em novas inovações
Essa aposta abriu espaço a novas inovações. O mais recente desenvolvimento é um papel higiénico produzido com fibras provenientes de têxteis reciclados, um produto de mistura que já despertou interesse em mercados exigentes do norte da Europa. O desenvolvimento do produto e das embalagens contou, em parte, com recurso à inteligência artificial.
Atualmente, a Renova tem presença em vários mercados internacionais. Depois de uma entrada inicial difícil em Espanha, a marca consolidou-se noutros países e é hoje a segunda marca em França, com cerca de 7% de quota de mercado e uma unidade produtiva. Alemanha, Reino Unido, México e Coreia do Sul são outros mercados relevantes, enquanto na China as vendas online têm crescido de forma significativa.
PAULO PEREIRA DA SILVA, CEO DA EMPRESA, NO ICPT
Formado em Física Teórica, o gestor sublinhou que a Renova é, sobretudo, "uma aventura de desenvolvimento de uma marca pelo mundo". Segundo explicou, Portugal tem poucas marcas globais e, por isso, criar valor através da marca torno u-se um objetivo central para a empresa.
Fundada em 1939, em Torres Novas, a Renova iniciou um percurso de disrupção no mercado nos anos 60 com aquilo que o gestor descreve como um "não produto": o papel higiénico, um artigo tradicionalmente sem ligação emocional com os consumidores. A estratégia mudou quando a empresa lançou o papel higiénico preto, acompanhado de outras cores fortes, transformando um produto banal num elemento distintivo da marca.
Aposta em novas inovações
Essa aposta abriu espaço a novas inovações. O mais recente desenvolvimento é um papel higiénico produzido com fibras provenientes de têxteis reciclados, um produto de mistura que já despertou interesse em mercados exigentes do norte da Europa. O desenvolvimento do produto e das embalagens contou, em parte, com recurso à inteligência artificial.
Atualmente, a Renova tem presença em vários mercados internacionais. Depois de uma entrada inicial difícil em Espanha, a marca consolidou-se noutros países e é hoje a segunda marca em França, com cerca de 7% de quota de mercado e uma unidade produtiva. Alemanha, Reino Unido, México e Coreia do Sul são outros mercados relevantes, enquanto na China as vendas online têm crescido de forma significativa.
PAULO PEREIRA DA SILVA, CEO DA EMPRESA, NO ICPT