Os pés como caminho. Como impulso. Como suporte de futuro. Na ModaLisboa, a Portuguese Soul ganhou corpo, forma e movimento, elevando-se na dança como expressão de vida, de força e de união. Cada passo afirmou presença. Cada gesto desenhou identidade.
Nesta apresentação, o calçado nacional não se limitou a acompanhar o movimento. Provocou-o, ampliou-o, deu-lhe ritmo e direção. Em cena, os bailarinos, com coreografia de Beatriz Mira, transformaram os sapatos portugueses, feitos de saber, inovação e matéria consciente, numa extensão do próprio corpo. Mais do que objetos, tornaram-se instrumentos de criação. Foram chão e voo, peso e leveza, raiz e impulso.
“A indústria está a fazer investimentos muito significativos, tanto nas áreas da automação e robótica como na sustentabilidade”, sublinha Cláudia Pinto. Para a Diretora de Comunicação da APICCAPS, “a Portuguese Soul sempre foi um território criativo, onde se cruzam o que é português, a cultura e a arte. E porque dançamos com os pés, a dança surgiu como ponto de partida natural para esta apresentação.”
Nos pés dos bailarinos, sapatos de várias marcas portuguesas, como Ambitious, Campobello, Helena Mar, Miguel Vieira, Penha, Valuni e Hércules.
A iniciativa aconteceu no âmbito do projeto Bioshoes4all, que desafia a indústria a repensar processos, materiais e impacto, abrindo caminho a uma nova geração de produtos mais responsáveis, circulares e preparados para o futuro.
E o futuro começa no próximo passo.
Novas parcerias
O calçado português marcou também presença noutros desfiles. Francisca Nabinho uniu-se à Helena Mar na coleção Lucky. Arndes apresentou botas em parceria com a JJ Heitor. Dino Alves levou à passerelle sapatos da Reve de Flo. Luís Onofre apresentou igualmente a sua nova coleção na ModaLisboa.
Nesta apresentação, o calçado nacional não se limitou a acompanhar o movimento. Provocou-o, ampliou-o, deu-lhe ritmo e direção. Em cena, os bailarinos, com coreografia de Beatriz Mira, transformaram os sapatos portugueses, feitos de saber, inovação e matéria consciente, numa extensão do próprio corpo. Mais do que objetos, tornaram-se instrumentos de criação. Foram chão e voo, peso e leveza, raiz e impulso.
“A indústria está a fazer investimentos muito significativos, tanto nas áreas da automação e robótica como na sustentabilidade”, sublinha Cláudia Pinto. Para a Diretora de Comunicação da APICCAPS, “a Portuguese Soul sempre foi um território criativo, onde se cruzam o que é português, a cultura e a arte. E porque dançamos com os pés, a dança surgiu como ponto de partida natural para esta apresentação.”
Nos pés dos bailarinos, sapatos de várias marcas portuguesas, como Ambitious, Campobello, Helena Mar, Miguel Vieira, Penha, Valuni e Hércules.
A iniciativa aconteceu no âmbito do projeto Bioshoes4all, que desafia a indústria a repensar processos, materiais e impacto, abrindo caminho a uma nova geração de produtos mais responsáveis, circulares e preparados para o futuro.
E o futuro começa no próximo passo.
Novas parcerias
O calçado português marcou também presença noutros desfiles. Francisca Nabinho uniu-se à Helena Mar na coleção Lucky. Arndes apresentou botas em parceria com a JJ Heitor. Dino Alves levou à passerelle sapatos da Reve de Flo. Luís Onofre apresentou igualmente a sua nova coleção na ModaLisboa.
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