nquanto alguns dos maiores fundos de pensões europeus anunciam publicamente que estão a vender títulos de dívida dos EUA por preocupações com as finanças públicas americanas e a instabilidade política criada por Donald Trump, os gestores de ativos portugueses mantêm-se firmes e não antecipam reduzir a exposição a Treasuries este ano.
A posição global de Portugal em títulos de dívida norte-americana atinge os 4,7 mil milhões de euros, segundo dados compilados pelo ECO, mas está longe de colocar o país entre os principais detentores mundiais desta classe de ativos. E, ao contrário do que acontece noutros países europeus, por cá não há sinais de uma estratégia de desinvestimento, pelo menos por enquanto.
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