A Guiné-Bissau é um dos Estados mais pobres do mundo, ocupando posições pouco relevantes nos indicadores de desenvolvimento e globalização. Segundo o Banco Mundial (2024), possui a 185.ª economia mundial, em termos de PIB, classificando-se como o 175.º exportador e 189.º importador de bens, e como o 186.º país recetor e 165.º emissor de IDE (em stock total), de acordo com a OMC e a UNCTAD (2024).
Não obstante um contexto de burocracia, reduzida produtividade do trabalho e infraestruturas pouco desenvolvidas, o país apresenta um potencial de progresso na exploração de recursos minerais (ex.: fosfato e bauxite). A economia guineense mantém-se frágil e fortemente dependente da agricultura de subsistência, da exportação de caju (cerca de 1/3 do PIB e mais de 90% das suas exportações, de acordo com a EIU) e da ajuda externa, encontrando-se 64,4% da sua população abaixo do limiar de pobreza (WFP, 2025).