A Índia apresenta condições regulamentares favoráveis para a digitalização, com uma penetração crescente de smartphones e um forte potencial no comércio eletrónico. As principais razões para as empresas portuguesas exportarem para este mercado via e-commerce incluem:
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Dimensão do mercado: Um ecossistema de consumo de grande escala.
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Perspetivas de crescimento: Um mercado de e-commerce em contínua expansão.
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Competitividade e variedade: Um ambiente dinâmico com inúmeros vendedores e uma ampla gama de produtos.
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Logística eficiente: Eficácia demonstrada no acompanhamento de encomendas e no cumprimento de prazos de entrega.
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Consumidores conectados: Elevada recetividade dos e-consumidores a informações sobre produtos através de redes sociais, dispositivos móveis e motores de busca.
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Investimento em marketing: Tendência de aumento contínuo na publicidade digital.
Embora o comércio eletrónico englobe tanto as transações entre empresas (B2B) — onde se destacam plataformas como IndiaMart, Amazon Business e Alibaba — como a venda direta ao consumidor (B2C), o foco estratégico recai habitualmente nesta última vertente devido à sua relevância direta junto do consumidor final.