A entrada em vigor, a 18 de julho, da proibição europeia de destruir vestuário e calçado não vendidos pode constituir uma oportunidade para a indústria portuguesa, ao incentivar modelos de produção mais próximos dos mercados, mais flexíveis e ajustados à procura. “Esta medida pode constituir uma boa solução para Portugal e para a indústria portuguesa”, considera o Presidente da APICCAPS.
A partir de sexta-feira, as grandes empresas deixam de poder destruir roupa e calçado não vendidos, no âmbito do Regulamento Europeu do Ecodesign para Produtos Sustentáveis, uma medida que pretende reduzir o desperdício e promover uma utilização mais eficiente dos recursos.
Para o presidente da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS), Luís Onofre, esta alteração poderá favorecer os produtores europeus e, em particular, Portugal.
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