Carlos Félix, presidente da idD Portugal Defence, entidade promotora de políticas públicas para a Economia da Defesa, destaca a importância de estabelecer sinergias, ter mais empresas exportadoras e atrair mais investimento nesta área. E sublinha que é necessário impulsionar os projetos de inovação e investigação para que possam resultar em novos produtos e tecnologias.
A idD Portugal Defence é uma sociedade de capitais públicos dedicada à Economia de Defesa. Qual a sua missão?
A idD atua como um instrumento de políticas públicas para a Economia de Defesa. Iniciámos funções num contexto geopolítico e geoeconómico desafiante, num momento extraordinário para a política internacional e, por conseguinte, para as indústrias de defesa, ao qual Portugal não é alheio. Definimos como missão atuar em colaboração e explorar sinergias, com outros parceiros nacionais e internacionais. Ser uma interface inteligente e ativa entre a Defesa e a Economia. Tal consubstancia-se em alavancar a atividade industrial de munições, promover a melhoria do ecossistema para apoio ao crescimento da Economia de Defesa, garantir sustentabilidade e a resiliência das participações públicas em seis empresas da Indústria de Defesa e maximizar o contributo da Base Tecnológica e Industrial de Defesa (BTID) para a operacionalidade, modernização e inovação das Forças Armadas.