O excedente comercial da China atingiu um novo recorde de quase 1,2 biliões de dólares (mais de 1 bilião de euros) em 2025, segundo dados hoje divulgados, apesar da guerra comercial com os Estados Unidos.
O excedente comercial da China atingiu um novo recorde de quase 1,2 biliões de dólares (mais de 1 bilião de euros) em 2025, segundo dados hoje divulgados, apesar da guerra comercial com os Estados Unidos.
De acordo com os dados, divulgados pelas autoridades aduaneiras chinesas, as exportações cresceram 5,5% em 2025, totalizando 3,77 biliões de dólares (3,23 biliões de euros), enquanto as importações se mantiveram praticamente inalteradas em 2,58 biliões de dólares (2,21 biliões de euros).
Em 2024, o excedente comercial tinha sido de 992 mil milhões de dólares (852 mil milhões de euros). Em dezembro, as exportações aumentaram 6,6%, em termos homólogos, superando as previsões dos analistas e o crescimento de 5,9% registado em novembro. As importações também subiram 5,7% em dezembro, face a um crescimento de 1,9% no mês anterior.
Economistas preveem que as exportações continuem a ser um dos principais motores do produto Interno Bruto (PIB) chinês em 2026, apesar das tensões comerciais e geopolíticas. "Continuamos a esperar que as exportações desempenhem um papel importante no crescimento económico este ano", afirmou Jacqueline Rong, economista-chefe para a China no banco BNP Paribas.
Embora as exportações para os Estados Unidos tenham caído acentuadamente desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca e a intensificação da guerra comercial com Pequim, a quebra tem sido compensada por um aumento das vendas para mercados da América do Sul, Sudeste Asiático, África e Europa.
As exportações robustas têm permitido à China manter um crescimento económico próximo da meta oficial de 5%, embora tenham também suscitado preocupação noutros países, que temem a concorrência de importações a preços reduzidos para as industriais locais.
A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, apelou recentemente à China para corrigir os desequilíbrios estruturais da sua economia e acelerar a transição de um modelo centrado nas exportações para um crescimento impulsionado pela procura interna e pelo investimento.
A crise prolongada no setor imobiliário, após o reforço das restrições ao endividamento excessivo, continua a afetar a confiança dos consumidores e a travar a procura interna. O economista Gary Ng, do banco francês Natixis, prevê que as exportações da China cresçam cerca de 3% em 2026, abaixo dos 5% registados no ano passado, estimando que o excedente comercial se mantenha acima de 1 bilião de dólares (858 mil milhões de euros) este ano.
O excedente comercial da China atingiu um novo recorde de quase 1,2 biliões de dólares (mais de 1 bilião de euros) em 2025, segundo dados hoje divulgados, apesar da guerra comercial com os Estados Unidos.
De acordo com os dados, divulgados pelas autoridades aduaneiras chinesas, as exportações cresceram 5,5% em 2025, totalizando 3,77 biliões de dólares (3,23 biliões de euros), enquanto as importações se mantiveram praticamente inalteradas em 2,58 biliões de dólares (2,21 biliões de euros).
Em 2024, o excedente comercial tinha sido de 992 mil milhões de dólares (852 mil milhões de euros). Em dezembro, as exportações aumentaram 6,6%, em termos homólogos, superando as previsões dos analistas e o crescimento de 5,9% registado em novembro. As importações também subiram 5,7% em dezembro, face a um crescimento de 1,9% no mês anterior.
Economistas preveem que as exportações continuem a ser um dos principais motores do produto Interno Bruto (PIB) chinês em 2026, apesar das tensões comerciais e geopolíticas. "Continuamos a esperar que as exportações desempenhem um papel importante no crescimento económico este ano", afirmou Jacqueline Rong, economista-chefe para a China no banco BNP Paribas.
Embora as exportações para os Estados Unidos tenham caído acentuadamente desde o regresso de Donald Trump à Casa Branca e a intensificação da guerra comercial com Pequim, a quebra tem sido compensada por um aumento das vendas para mercados da América do Sul, Sudeste Asiático, África e Europa.
As exportações robustas têm permitido à China manter um crescimento económico próximo da meta oficial de 5%, embora tenham também suscitado preocupação noutros países, que temem a concorrência de importações a preços reduzidos para as industriais locais.
A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, apelou recentemente à China para corrigir os desequilíbrios estruturais da sua economia e acelerar a transição de um modelo centrado nas exportações para um crescimento impulsionado pela procura interna e pelo investimento.
A crise prolongada no setor imobiliário, após o reforço das restrições ao endividamento excessivo, continua a afetar a confiança dos consumidores e a travar a procura interna. O economista Gary Ng, do banco francês Natixis, prevê que as exportações da China cresçam cerca de 3% em 2026, abaixo dos 5% registados no ano passado, estimando que o excedente comercial se mantenha acima de 1 bilião de dólares (858 mil milhões de euros) este ano.