Europeus, e sobretudo alemães, ganham peso na liderança militar da aliança. EUA garantem que não está em causa uma retirada.
Apesar do reforço europeu, os Estados Unidos garantem que não está em causa uma retirada da Aliança, mas sim um reequilíbrio de encargos e funções.
De acordo com uma nova distribuição de responsabilidades, a que a agência alemã dpa teve acesso, a Alemanha poderá vir a ocupar mais cargos de topo na estrutura de comando militar da NATO do que os Estados Unidos.
Um dos sinais mais claros dessa mudança é a possível eleição do inspetor-geral das Forças Armadas alemãs, Carsten Breuer, para a presidência do Comité Militar da NATO — o órgão de política militar mais importante da organização — no verão de 2027.
A decisão será tomada em setembro deste ano, quando os Estados-membros elegerem o novo presidente do Comité Militar. Ainda não é certo se Breuer enfrentará concorrência de outros candidatos.
aeiou Notícias