A assinatura dos 'Acordos Artemis' em 2026 consagra um percurso iniciado em 1993, transformando Portugal num parceiro estratégico para a construção da infraestrutura na Lua.
Enquanto o mundo aguarda com expectativa o lançamento da Artemis II, agendado para esta quarta-feira, dia 1 de abril, a engenharia portuguesa prepara-se para o seu maior teste de sempre. Longe de ser um participante acidental, Portugal consolidou a sua posição como um parceiro tecnológico de elite, um estatuto que foi diplomaticamente selado a 12 de janeiro deste ano, com a assinatura dos Acordos Artemis.
Este momento, embora celebrado como uma vitória política recente, é na verdade o desfecho natural de um percurso tecnológico que começou há mais de 30 anos, implicou iniciativa tanto pública, como privada, e teve, até, face visível no famoso PoSAT-1, o primeiro satélite português – e a subsequente adesão à Agência Espacial Europeia (ESA) já no virar do milénio.
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