AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

CONTEÚDO

 

Porquê o Reino Unido?

O Reino Unido passou, em 2014, de 5º maior cliente para 4º, em 2015, representando 6,7% do total das exportações nacionais. Em 2015 as expedições ou vendas para o Reino Unido cresceram 13,8% por comparação com o ano transato. Mercado incontornável na União Europeia, é também um mercado de validação para outros mercados em inúmeros setores de atividade.


As indústrias criativas são dos setores de atividade mais dinâmicos na economia do Reino Unido. Vale aproximadamente 95 biliões de euros/ano, tem vindo a crescer a uma média de 9% ao ano e gera cerca de 9%, do emprego. Por outras palavras, um em cada onze empregos é criado pelas indústrias criativas.


Também em termos de exportações, o setor é extremamente dinâmico: representou 9% das exportações totais britânicas em 2014, num valor total de 22 biliões de euros. Merece igualmente referência a taxa de crescimento do setor entre 2009 e 2013: 34%!


Mobiliário
A indústria do mobiliário tem vindo a reinventar-se no Reino Unido e assume hoje em dia um papel essencial no tecido económico britânico. Contribui com 12 biliões de euros para o PIB local e dá emprego a 106 mil pessoas, repartidas por aproximadamente 8.000 empresas.

 

O setor tem como principal característica a dimensão reduzida das empresas. Só 265 empresas têm turnover anual superior a 7 milhões de euros. Por outro lado, 58% das empresas têm um turnover inferior a 400 mil euros ano. Em 2014, o Reino Unido importou aproximadamente 6,5 biliões de euros em mobiliário. Os principais fornecedores ao mercado foram a China (33%), a Itália (11%) e a Polónia (10%) e acreditamos que Portugal tem casos de sucesso que permitem antecipar que este é um setor onde as exportações podem crescer!

 

Têxtil-lar
O setor têxtil no Reino Unido tem pergaminhos bem conhecidos: foi um dos impulsionadores da Revolução Industrial nos sécs. XVII e XIX. Durante muitos anos, pode-se afirmar com propriedade que o mundo comprou tecido britânico. Hoje em dia, o setor está bastante transformado: as grandes fábricas fecharam e foram substituídas por empresas mais ágeis, com produto diferenciado e qualidade superior.


A indústria de têxteis-lar no Reino Unido vale aproximadamente 2,6 biliões de euros, empregando 21 mil pessoas e compreendendo 1.900 empresas. Nos últimos três anos, o setor tem crescido a uma média anual de 3%. Mais de metade do consumo de têxteis-lar no mercado é, no entanto, assegurado por importações. Com esta tendência permanentemente crescente, várias empresas portuguesas têm iniciado negócios com este mercado, e outras têm vindo a aumentar as exportações, sendo algumas exemplos de referência. É, sem dúvida, um mercado incontornável e de grande oportunidade, para um setor em que Portugal é muito competitivo.


Venha saber quais as tendências e qual a melhor forma de abordar este interessante mercado com a ajuda do Diretor da AICEP no Reino Unido, Miguel Fontoura!

 

 

Oradora Internacional

 

The Design Economy
Design can help grow businesses, improve public services and shape better policy. It is about more than just the way things look, it’s about transforming the way they work. The European design innovation platform, Design for Europe, is a key instrument of the European Commission’s Action Plan for Design-Driven Innovation. The aim is to help people use design to accelerate innovation across Europe, and to boost economic growth and job creation.


PeiChin Tay (Project Lead, Design Council), who leads on the Design for Europe project, will shed light on how different businesses not traditionally associated with design, has seen their businesses transformed by it. She will also share the latest insights on the value of design with case studies and robust findings on the current value of design in the UK - what is design’s contribution to the economy, how fast is it growing, how many jobs has it helped to create, who are being employed, and how is design important to the manufacturing, IT and built environment sectors?

 

Nota: A apresentação decorrerá em inglês

 

 

Seminários Temáticos

 

Co-criação: o caso ColorADD

ColorADD – O alfabeto das Cores, uma linguagem universal, desenvolvido com base nas três cores primárias representadas através de símbolos gráficos. O conceito de adição das cores permite ao daltónico através do conhecimento adquirido, relacionar os símbolos - identificando as cores que representam, pela conjugação de formas associadas às combinações cromáticas elementares. De uma forma simples e através de um “jogo mental” e de fácil memorização, consegue-se a correta identificação da cor para todos que não a conseguem diferenciar.


Quatro anos a desenvolver soluções transversais e escaláveis, hoje, são diversas as áreas onde o código ColorADD – em Co-Criação - com diversas empresas e entidades garantem a implementação do código com benefícios sociais e económicos para Todos como, Transportes, Educação, Vestuário, Saúde, etc.... transmitindo utilidade e responsabilidade a produtos e serviços enquanto facilita a integração social de pessoas daltónicas, incluindo e promovendo iguais acessibilidades para todos. Apresentação de Miguel Neiva, criador do ColorADD.

 

Fundos Comunitários para as Indústrias Culturais e Criativas

José Amaral Lopes, Conselheiro da Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia, desloca-se a Guimarães para o Roadshow Portugal Global onde vai apresentar o programa Europa Criativa, programa comunitário para o setor das indústrias culturais e criativas na EU.


O Conselheiro para a Cultura, Audiovisual e Direitos de Autor apresenta a estratégia e objetivos gerais do programa, os subprogramas que compreende, linhas de apoio, financiamento, orçamento e critérios de elegibilidade.

 

Como promover as Indústrias Culturais e Criativas portuguesas no Reino Unido

 

As indústrias criativas são, hoje em dia, o local por excelência da inventividade, dinamismo e originalidade de quem pensa em produtos, físicos ou imateriais, que se querem genuinamente diferentes e de qualidade. Portugal tem, ao longo destes últimos anos, vindo a registar um crescimento consolidado da sua oferta na área das indústrias criativas: moda, design industrial, decoração, para nomear só alguns, são sectores onde as empresas portuguesas têm vindo a afirmar-se nos mercados internacionais.

 

E já que falamos de mercados internacionais, temos de falar, obrigatoriamente, do mercado do Reino Unido. Este é um dos principais mercados de validação do mundo: quem vende em Londres, vende em toda e qualquer parte, de Nova Iorque a Tóquio. A sofisticação dos consumidores e das empresas, a sede pelas soluções e produtos diferenciados e a forte concorrência –quem não quer estar em Londres?- garantem a importância deste mercado a nível global.

 

Venha descobrir connosco como abordar este mundo fascinante, onde as tendências mais recentes se cruzam e fertilizam sectores tradicionais e emergentes. Venha perceber como melhor conseguir entrar num dos mais sofisticados hubs de criatividade do mundo.

 

Nos últimos três anos, o nosso Centro de Negócios no Reino Unido tem engajado um número crescente de empresas e criadores portugueses em ações concretas de divulgação e apresentação das suas soluções e produtos. Participámos em Feiras de Design, shows de moda, apoiámos empresas a entrar em cadeias de retalho de notoriedade mundial, enfim, ajudámos a multiplicar o conhecimento no Reino Unido sobre a vibrante indústria criativa portuguesa, seja ela  relativa a produtos industriais e de consumo, seja ela sobre as propostas criativas dos criadores portugueses. Connosco, é mais fácil entrar neste sofisticado e importante mercado.

 

Networking

A AICEP proporciona às empresas inscritas no Roadshow Portugal Global a possibilidade de realizar breves reuniões com outras empresas.

 

A partir dos interesses que os participantes identificam na Ficha de Inscrição geramos, com o auxílio de uma aplicação, uma agenda de reuniões.


No calendário das reuniões, enviado por email, consta: a hora da reunião, o nome da empresa, o nome da pessoa presente na reunião, o email de contacto. O local das reuniões é comunicado no dia do evento, aquando do registo.


Chamamos a atenção para o facto de a AICEP não ser responsável pela presença das empresas nas reuniões agendadas, pelo que recomendamos que confirmem diretamente com as empresas a presença nas reuniões.

 


O objetivo da aicep Portugal Global é dinamizar o networking e o encontro de interesses entre as empresas, de forma a reforçar as mais valias que possam retirar da presença no Roadshow Portugal Global, esperando contribuir para um reforço da cooperação e partilha entre as empresas.

 

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