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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A nova presidente da Agência Nacional de Inovação (ANI), Joana Mendonça, traçou duas metas que prometem facilitar a vida dos empresários que apostam nas atividades de investigação e desenvolvimento (I&D) para trazerem novos e melhores produtos ao mercado.

Cá dentro, ela quer reduzir os atrasos registados nas candidaturas aos fundos comunitários do Portugal 2020. E lá fora, ajudar os investidores nacionais a captarem três vezes mais dinheiro da grande competição que é o programa de investigação e inovação lançado pela Comissão Europeia de sete em sete anos.


No anterior ciclo 2014-2020, as candidaturas de empresas portuguesas a este programa então chamado Horizonte 2020 obtiveram um total de €312 milhões. Mas neste ciclo 2021- 2027, Joana Mendonça acredita que as empresas podem ir buscar €900 milhões ao novo Horizonte Europa.

 

Tanto quanto as instituições de ensino superior e centros de investigação nacionais. "A nossa grande aposta é precisamente aumentar a participação das empresas no Horizonte Europa, que foi pouco representativa no Horizonte 2020."


A colaboração entre empresas e entidades do sistema científico e tecnológico e a sua integração em parcerias e redes internacionais será crucial para triplicar a captação destes fundos. Tal implica promover o encontro entre a universidade e a indústria, identificar os parceiros internacionais certos e conhecer as técnicas para aumentar a taxa de sucesso da candidatura a este exigente programa europeu.

 

Leia o artigo na íntegra aqui.

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