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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

São cerca de 200 as localidades na zona da Raia, na fronteira entre Castela e Leão e Portugal, que estão a enfrentar as empresas de eletricidade com um projeto fotovoltaico em edifícios municipais que lhes vai permitir apostar na autossuficiência e independência energética, e evitar o aumento do preço da luz.

A informação é avançada pelo ‘El Economista’ que dá conta que esta iniciativa é liderada pelo Agrupamento Europeu de Cooperação Transfronteiriça (AECT) Duero-Douro, e surge como consequência do aumento do preço da eletricidade na península ibérica.

 

“O projeto integra pequenas instalações fotovoltaicas de até 15 quilowatts “com impacto ambiental zero”, que aproveitam as coberturas de edifícios polivalentes, antigas escolas e outros edifícios municipais para a colocação dos painéis solares”, pode ler-se no ‘El Economista’, de acordo com as declarações do diretor-geral da AECT Duero- Douro, José Luis Pascual, a Efe.

 

Em Portugal este projeto arranca no final do ano com mais de uma centena de infraestruturas de autoconsumo partilhado em cidades fronteiriças.

 

“O projeto das duzentas instalações tem um custo de cerca de 3,5 milhões de euros e, em conjunto, vão produzir cerca de 5.000 megawatts-hora por ano, o que representa uma poupança anual de 1.176.323 euros”, revela a mesma fonte.

 

Do ponto de vista ambiental prevê-se que se assisa a uma redução das emissões de CO2 em 4.537 toneladas por ano quando o projeto for concluído.

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