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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A taxa de variação homóloga do Índice de Preços no Consumidor (IPC) manteve-se em 1,5% no mês passado, sem grandes oscilações face à registada em agosto, indicou o Instituto Nacional de Estatística (INE) numa nota emitida hoje.

Esta taxa coincide com a estimativa rápida divulgada no passado dia 30 de setembro pelo instituto.

 

O indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 0,9% (valor também idêntico ao registado em agosto).

 

De acordo com o INE, o agregado respeitante aos produtos energéticos registou uma taxa de variação de 10,5% (9,3% no mês precedente); por outro lado, o índice referente aos produtos alimentares não transformados teve uma variação homóloga de -0,4% (0,2% em agosto).

 

O boletim destaca as subidas das taxas de variação homóloga dos Restaurantes e hotéis e dos Acessórios para o lar, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação, que tiveram variações de -0,4% e 0,7%, respetivamente (-1,4% e -0,1% no mês anterior); em contracorrente, o INE reporta as descidas das taxas de variação homóloga das Bebidas alcoólicas e tabaco e dos Bens e serviços diversos, com variações de 1,0% e 1,1%, respetivamente (1,6% e 1,4% no mês anterior).

 

Por comparação com os dados de agosto, o INE sublinha o aumento das contribuições para a variação homóloga do IPC dos restaurantes e hotéis, dos transportes e dos acessórios para o lar, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação, referindo também a redução da contribuição da classe do vestuário e calçado.

 

Quanto à variação mensal, em setembro deste ano o IPC registou uma taxa de 0,9% (-0,2% no mês anterior e 1,0% em setembro de 2020).

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