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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O 25.º imóvel colocado a concurso no âmbito do REVIVE, será concessionado por "50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de 35.317 euros".

O Ministério da Economia anuncia, em comunicado enviado às redações, que vai ser aberto um novo concurso à concessão do Hotel Turismo da Guarda, há vários anos encerrado e, "um dos primeiros imóveis colocados a concurso no âmbito do programa REVIVE".

 

Destacando que o contrato de concessão, assinado em 2018, com o consórcio composto pelas sociedades MRG Property, S.A. e MRG – Construction, S.A., "não avançou, devido a dificuldades financeiras com que o grupo concessionário, entretanto, se defrontou", o Governo informa agora que será "lançado novo concurso".

 

O objetivo, pode ler-se, é "dar, finalmente, uma nova vida a este emblemático edifício da cidade da Guarda, projetado em 1936 pelo arquiteto Vasco Regaleira".

 

Faltando apenas a publicação em Diário da República, sabe-se desde já que o "imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de € 35.317,80".

 

Informa a tutela que os investidores interessados "terão um prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística e contribuam para atrair turistas para a região e para gerar novas dinâmicas na economia local".

 

Saliente-se que o Hotel Turismo da Guarda faz parte do lote inicial de 33 imóveis do programa REVIVE, uma iniciativa dos Ministérios da Economia, Cultura, Finanças e da Defesa, que conta com a colaboração das autarquias locais e a coordenação do Turismo de Portugal, e cujo principal objetivo é "recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atratividade dos destinos regionais".

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