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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Toda a economia foi afetada pela pandemia de COVID-19, mas especialmente as startups. Sofia Fernandes analisa os impactos e as perspetivas para 2021.

2020, um ano curioso. A economia vai ser sem dúvida muito afectada, principalmente quando olhamos para Portugal, um país cujo Produto Interno Bruto (PIB) - dinheiro que Portugal produz anualmente - depende em cerca de 13% do Turismo, sendo dos países do mundo com este valor mais elevado. E nós sabemos que o Turismo foi afetado. Hotéis que estão a fechar, as actividades turísticas que diminuem a sua afluência. E nem o Turismo interno, de portugueses que viajam por Portugal, vai conseguir colmatar a perda dos milhões de turistas que visitam o nosso país todos os anos. É por isso, rapidamente aferível que tecnologias ligadas com esta área tenham também sofrido grandes perdas. Contudo é preciso olhar para as oportunidades, e eu gostaria de iniciar focando as atenções na área da Saúde. Todos nós sabemos que é uma área difícil de entrar. Não só por todas as certificações necessárias, mas também pela própria cultura e atitude que é vivida nesta indústria. Ainda é difícil entusiasmar profissionais de saúde a implementarem sistemas digitais e fazerem deles uso recorrente. É difícil convencer estas entidades a utilizar novos equipamentos.

 

Leia a notícia na íntegra aqui.

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