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O diretor-geral da Finy Ventures sublinha que uma das motivações da empresa para avançar com a internacionalização, nomeadamente Angola e Moçambique, para além da ligação com os países lusófonos, foi “ver muitos jovens empreendedores cheios de talento, a precisar de apoio para avançar com os seus projetos”.

A Finy Ventures procura ligar os projetos certos aos investidores certos, e tem presença na Madeira e território continental, Espanha, Angola, Reino Unido, Brasil. O diretor-geral da empresa, luís barroca monteiro, considera que os empreendedores madeirenses, portugueses, ou mesmo europeus, podem considerar-se privilegiados, visto terem ao seu dispor um ecossistema de apoio bastante desenvolvido com muitas iniciativas e apoio.

 

O diretor-geral da Finy Ventures sublinha os empreendedores, “independentemente da sua origem, cultura, nacionalidade e as suas diferenças” têm sempre muitos aspetos em comum, contudo “nem todos os empreendedores começam do mesmo patamar e têm os mesmos recursos”.

 

Luís Barroca Monteiro considera que os empreendedores madeirenses, portugueses, ou mesmo europeus, podem considerar-se privilegiados, visto terem ao seu dispor um ecossistema de apoio ao empreendedor “bastante desenvolvido” com muitas iniciativas e apoios, quando comparado com outras realidades.

 

“Por outro lado, outros países com os quais temos vindo a trabalhar, por exemplo no continente africano, possuem empreendedores com excelentes ideias, mas que se deparam com um ecossistema de apoio não tão desenvolvido e acabam por ter menos meios para desenvolver o seu trabalho. Essa foi uma das nossas motivações para avançar com a internacionalização em alguns destes países, nomeadamente Angola e Moçambique, pois para além da ligação com os países lusófonos, vimos muitos jovens empreendedores cheios de talento, a precisar de apoio para avançar com os seus projetos”, explica Luís Barroca Monteiro.

 

O diretor-geral da Finy Ventures diz que não se pode negar que a pandemia “não tenha afetado as empresas e os investidores, quer pelo seu impacto na economia, quer pela enorme incerteza que a mesma tem causado”.

 

Contudo, Luís Barroca Monteiro sublinha que a incerteza “não fez” com que as pessoas deixassem de querer investir, ou que as startups “deixassem de precisar de investimento”, mas alerta que este tipo de decisões passou a ser “mais ponderado e mesmo adiado” em alguns casos.

 

“Enquanto algumas startups optaram por colocar em stand by a sua procura de investimento e ver como o cenário global se desenrola, outras aproveitaram este tempo para ganhar terreno e implementar mudanças que sem a pandemia, provavelmente, não teriam arranjado tempo para avançar com as mesmas. No entanto, já conseguimos notar que os negócios e investimentos começam a retomar a sua normalidade”, reforça o diretor-geral da Finy Ventures.

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