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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

É na internacionalização da economia portuguesa, que este se- tor tem o papel central e onde nós temos de continuar a apostar," destacou Eurico Brilhante Dias, Secretário de Estado da Internacionalização, no congresso promovido pela Associação Portuguesa de Construção Metálica e Mista, realizado recentemente em formato híbrido.

O responsável considera que a pandemia mostrou que a União Europeia tem que ser mais resiliente e que precisa, também, do mercado interno e dos mercados de proximidade para poder reagir de forma mais eficaz a eventos como estes.

 

Acrescentou, "mas não nos podemos esquecer que coletivamente o país sempre foi melhor quando se abriu, que o país sempre foi mais rico quando olhou para fora de si próprio e que foi sempre possível ter uma sociedade portuguesa com mais oportunidades e com mais relevância no contexto geopolítico e até geoestratégico da Europa quando se abriu ao mundo".


Luís Castro Henriques, presidente da AICEP abordou a temática da sustentabilidade, afirmando que "é importante que o setor olhe para esta matéria, porque isso será um reforço de competitividade. Será uma matéria fundamental para poder continuar a exportar esses materiais. Por isso, a melhor abordagem é ponderar, analisar e incorporar esta questão da sustentabilidade o mais cedo possível."


José Gomes Mendes, CEO da Fundação Mestre Casais concluiu que a reciclagem é "um tema crítico em todas as áreas que compõem o setor da construção".


Já o economista João Duque abordou "A Economia Portuguesa Pós-Covid", considerando que "este setor está vocacionado na oferta de produtos de investimento." E como tal, para uma economia de futuro, "é preciso termos uma economia aberta, reformada a pensar no futuro, uma administração pública a pensar nas necessidades do futuro, não é preencher os quadros do passado, porque os quadros do passado não respondem às necessidades do futuro". Ao concluir a sua intervenção, aludiu que "todos temos de exigir, e vamos ter agora um período eleitoral, que isto seja posto em cima da mesa, para nós apoiarmos aqueles que nos trazem ideias, para mudar Portugal."


José Teixeira, presidente da DST, referiu que "a inovação é o foco central do desenvolvimento da nova Bauhaus". No Solar power europe (projeto europeu) relacionado com a utilização e transformação do telhado em sistemas foto- voltaicos, tendo as telhas uma capacidade de produção energética, acaba por substituir a telha tradicional pela telha fotovoltaica e contribuímos para a sustentabilidade e para o autoconsumo energético das habitações. Explicou, ainda, que "o projeto Bauhaus europeu acaba por agregar sempre três vertentes: sustentabilidade, digital e a vertente inclusiva".

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