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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

São cada vez mais suecos, britânicos, norte-americanos, franceses e brasileiros a preferir cidades como Lagos, onde mais de um terço da população é estrangeira.

Há cada vez mais suecos a preferir o Algarve para morar. A região soma já mais de 3.000 residentes escandinavos atraídos pelo bom tempo, mas também pelos incentivos fiscais que ainda beneficiam os residentes estrangeiros não habituais.

 

Depois da vaga de de imigração em 2016, a comunidade sueca não parou de crescer e é no litoral que a maioria tem escolhido fixar-se.

 

Também Kent e Agneta fizeram do Algarve a sua morada há dois anos e é no Clube de Ténis e Padel que passam grande parte do tempo livre. Dizem que Lagos foi amor à primeira vista.

 

A comunidade tem vindo a expandir-se de tal forma ao longo dos anos que justificou a criação de um consulado em Tavira em 2015.

 

Portugal registava no final do ano passado mais de 74 mil residentes não habituais, um aumento de 50% face a 2018, sendo que o estatuto tem beneficiado vários pensionistas, que até 2021 estavam isentos de tributação.

 

A medida, que permitiu reter 59% dos beneficiários, está perto de terminar, sendo parte da estratégia do governo para combater a especulação imobiliária.

 

Em 2022, 99% dos mais de 70 mil estrangeiros a residir no Algarve possuía título de residência.

 

Em SIC Notícias

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