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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

São os Prémios Millennium Horizontes, logo o amanhã é sempre relevante para ler nos indicadores o que virá depois. O encolhimento da economia internacional, sobretudo pelo lado alemão, não parece ser obstáculo inultrapassável. Porque abunda o talento, a organização setorial e o risco otimista de empresas e financiadores assentes em três pilares: internacionalização, inovação e exportação.

Este foi o mote do debate no âmbito dos prémios, organizados com o Global Media Group.

 

"É fundamental conhecer de forma aprofundada as empresas e empresários, pois foi mérito deles ultrapassar a crise, ao desenvolver mercados que não existiam há sete anos. O que se quer é criar cadeias de valor, ecossistemas, ofertas personalizadas dirigidas a determinada empresa", defendeu João Nuno Palma, vice presidente do Millennium bcp.

 

"As empresas devem fazer três coisas: diversificação, capacitação e inovação. Temos muito espaço para crescer dentro da União Europeia, em mercados que conhecemos, ganhar quota e em paralelo analisar outros mercados", apontou Luís Castro Henriques.

 

"As cadeias de valor trazem- -nos competitividade. Como passar de exportações de 44% para 80% do PIB? Tem de se inovar cá, também. Há que continuar a investir em inovação e na capacidade produtiva inovadora e apostar na capacitação.

 

Saber planear e criar sustentabilidade", acrescentou o presidente da AICEP e membro do júri da 3.a edição dos Prémios Millennium Horizontes.

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