NewDetail

AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

«A nossa Marca Portugal foi o sonho de um “principezinho” criado nas terras de Ribadouro, territórios do Douro, Tâmega e Sousa, que ironicamente hoje são desconhecidos da maioria dos portugueses, mas que, na altura, eram sede das famílias mais importantes do reino de Castela. Se ao nosso “príncipe” fundador coube a visão de inventar um país, cabe-nos a missão de perpetuar o seu sonho, reinventando a marca de Portugal.» É este o desafio de Carlos Coelho, presidente da Ivity Brand Corp e um dos signatários do Movimento Marcas por Portugal (MPP).

«A nossa Marca Portugal foi o sonho de um “principezinho” criado nas terras de Ribadouro, territórios do Douro, Tâmega e Sousa, que ironicamente hoje são desconhecidos da maioria dos portugueses, mas que, na altura, eram sede das famílias mais importantes do reino de Castela. Se ao nosso “príncipe” fundador coube a visão de inventar um país, cabe-nos a missão de perpetuar o seu sonho, reinventando a marca de Portugal.» É este o desafio de Carlos Coelho, presidente da Ivity Brand Corp e um dos signatários do Movimento Marcas por Portugal (MPP).

 

Num momento em que o País precisa, mais que nunca, de reinvenção e dinamismo para fazer frente aos desafios inerentes à pandemia, a palavra-chave é valorização e a Marketeer foi perceber o que está a ser feito para elevar a marca Portugal a um patamar superior. António Rios Amorim, Catarina Furtado, Isabel Jonet, Luísa Rosas, Nini Andrade Silva, Nuno Fernandes e Pedro Santa Clara, signatários do MPP, explicam o que é necessário para desenvolver a marca Portugal. Luís Castro Henriques, da AICEP, assegura que é necessária a criação de uma economia de marcas. E há ainda o caso da Madeira, que já deu um passo em frente na sua promoção ao criar uma nova identidade e assinatura. Venha conhecer o que as marcas portuguesas devem fazer para se afirmarem no mundo.

Partilhar