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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A tendência do teletrabalho é mais acentuada conforme a dimensão da empresa. Entre as grandes empresas, 24% assinalava ter mais de 75% dos trabalhadores em teletrabalho, enquanto nas micro empresas apenas 23% identificavam esta opção, com 70% a dizer não ter aderido a este modelo.

Nove em cada dez grandes empresas estão em teletrabalho, enquanto três em cada dez micro-empresas aderiram a esta modalidade durante a pandemia do novo coronavírus, conclui o Instituto Nacional de Estatística e o Banco de Portugal.

 

Nas conclusões do inquérito de acompanhamento do impacto da pandemia nas empresas, aplicado durante a semana de 27 de abri a 1 de maio, 58% das empresas respondentes tinham pessoas em teletrabalho, tendo 16% mais de 75% do pessoal ao serviço efetivamente a trabalhar em teletrabalho.

 

Este inquérito não abrange empresas do setor financeiro, nem as organizações da Administração Pública, mas revela que a percentagem de empresas com perfil exportador em teletrabalho foi superior à das restantes empresas – 72% face a 53%.

 

A tendência é mais acentuada conforme a dimensão da empresa. Entre as grandes empresas, 24% assinalava ter mais de 75% dos trabalhadores em teletrabalho, enquanto nas micro empresas apenas 23% identificavam esta opção, com 70% a dizer não ter pessoas em teletrabalho.

 

Por setores de atividade, destaca para as empresas do setor de informação e comunicação, com 84% a reportar pessoas em teletrabalho, sendo que 67% tinham uma percentagem superior a 75% de pessoal ao serviço nesta situação.

 

“Neste setor, 58% das empresas tinham referido a ausência de impactos da pandemia no pessoal ao serviço efetivamente a trabalhar”, refere o inquérito.

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