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Este contrato, que evitará a emissão de mais de 130 milhares de toneladas de CO2 por ano, está vinculado a dois projetos de energias renováveis que entrarão em funcionamento em 2023.

AEDP Renováveis e a empresa multinacional de bens de consumo Procter & Gamble, dona de marcas como a Dodot, Gillette ou Pantene, entre outras, assinaram um contrato de aquisição de energia eólica e solar (CAE) a 15 anos por 127,5 MW. O comunicado foi enviado à CMVM na manhã desta quinta-feira.

 

Este contrato, que evitará a emissão de mais de 130 milhares de toneladas de CO2 por ano, está vinculado a dois projetos de energias renováveis que entrarão em funcionamento em 2023, informou a EDP em comunicado.

 

Estes novos parques energéticos serão localizados em Peñaflor (Valladolid), com 100 MW de capacidade solar instalada, e Sierra de la Venta (Albacete), com uma capacidade eólica instalada de 47,5 MW (27,5 MW assegurados com o CAE com a P&G, enquanto que os restantes 20 MW foram já assegurados através de um CAE anunciado em maio de 2021).

 

Com este novo acordo, a EDP tem agora 0,6 GW de capacidade assegurada em Espanha para instalar de 2021 em diante.

 

“Estamos muito satisfeitos por assinarmos um PPA a longo prazo com uma empresa de referência internacional como a P&G.

 

Colaboraremos com eles para garantir que os projetos envolvidos neste PPA geram o maior impacto positivo a nível ambiental, social e económico nas comunidades locais e no seu meio envolvente”, disse o CEO da EDP Renováveis, Miguel Stilwell.

 

“Através da criação destes dois novos parques de energia renováveis em Espanha, cerca de 40% da energia necessária para abastecer as fábricas da P&G em toda a Europa será produzida em Espanha e será proveniente de fontes renováveis. Com este acordo, a P&G permite a entrada em funcionamento de mais capacidade renovável e compromete-se a um fornecimento a longo prazo, realizando um investimento significativo e gerando valor ambiental e social”, refere o mesmo comunicado.

 

Este acordo está inserido âmbito da estratégia de sustentabilidade da P&G, que apresentou recentemente o seu Plano de Ação de Transição Climática e que pretende atingir emissões líquidas zero em toda a cadeia de abastecimento e operações, desde a matéria-prima até ao retalhista, até 2040.

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