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Residência é financiada pelo Programa de Alojamento Estudantil a Custos Acessíveis e estima-se que entre em funcionamento no ano letivo 2025/2026.

O Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) anunciou esta segunda-feira, 6 de novembro, o arranque do projeto de construção de uma residência para estudantes, docentes e investigadores, integrada no novo campus politécnico, que representa um investimento de 7,51 milhões de euros.

 

O projeto designado “Residência ISEL Carbono Zero” é financiado no âmbito do Programa Alojamento Estudantil a Custos Acessíveis. Estima-se que a residência possa entrar em funcionamento no ano letivo 2025/2026.

 

O ISEL diz que a residência integrará um conjunto de novas infraestruturas e que está “em diálogo com potenciais parceiros para o seu desenvolvimento”.

 

A residência tem uma capacidade máxima de 230 camas e vai proporcionar alojamento a custos reduzidos a estudantes deslocados, nacionais e estrangeiros, sendo uma peça fundamental na infraestrutura mais abrangente de um eco-campus, que contará também com um hub de investigação e formação avançada, laboratórios tecnológicos, salas de formação, zona de incubadora de startups e espaços empresariais.

 

Esta residência visa mitigar as preocupantes dificuldades com que os estudantes se deparam no que respeita ao alojamento, em particular nas grandes cidades, ao mesmo tempo que abraça, de forma holística, as várias vertentes da sustentabilidade – ambiental, social e económica – constituindo-se como um living lab em termos de formação avançada para a sustentabilidade”, afirma José Nascimento, presidente do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.

 

O projeto em desenvolvimento está alinhado com a iniciativa do New European Bauhaus, cujo objetivo é um cruzamento entre arte, cultura, ciência e tecnologia, tendo a sustentabilidade ambiental como denominador comum, pretendendo-se que este eco-campus se constitua como uma lighthouse na área da sustentabilidade ambiental e das smart cities”, acrescenta.

 

O ISEL destaca ainda o papel do complexo como oportunidade de reabilitação e transformação da zona urbana de Marvila, na qual se insere, aliando os benefícios para a comunidade local a um roteiro para a neutralidade carbónica.

 

Em O Jornal Económico

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