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CABEÇALHO

O Algarve continua na lista de alto risco da Alemanha, após a última atualização do Instituto Ricardo Koch divulgada esta sexta-feira, 27 de Agosto, mas só pessoas que não estejam vacinadas é que têm de cumprir quarentena. De resto, o «mercado alemão tem vindo a consolidar a procura», mesmo em tempos de pandemia.

Esta continuidade do Algarve na lista de alto risco obriga a que os viajantes que não estejam totalmente imunizados e visitem a região tenham de fazer um período de isolamento de 10 dias no regresso à Alemanha.

 

Caso apresentem um teste negativo após cinco dias, a quarentena termina.

 

Lisboa saiu da lista na atualização de hoje, mas João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve (RTA), considerou, em declarações ao Sul Informação, que há uma «avaliação distorcida» para as regiões turísticas.

 

«O Algarve sofre aqui de um indicador que é o facto de as pessoas que testam positivo na região serem contabilizadas cá. As regiões turísticas têm uma avaliação distorcida e é o que acontece aqui neste caso», disse.

 

Na opinião deste responsável, «o critério tem de ser mudado para que, pelo menos, os portugueses sejam contabilizados na origem».

 

Quanto ao mercado alemão, «tem vindo a consolidar a procura» e, mesmo os voos vindos da Alemanha, estão a registar «maior procura».

 

«Há aqui uma questão importante que é o facto de as pessoas totalmente vacinadas serem isentas de testes ou quarentena», considerou João Fernandes.

 

De acordo com os dados mais recentes, a Alemanha tem 60% da população com a vacinação terminada.

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