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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

As exportações e as importações em Cabo Verde diminuíram 14,3% e 6,4%, respetivamente, em outubro, face ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

De acordo com os dados provisórios do Comércio Externo, em outubro de 2021 as exportações de Cabo Verde totalizaram 516 milhões de escudos (4,6 milhões de euros), correspondendo a uma diminuição de 86 milhões de escudos (778 mil euros).

 

No mês passado, a Europa continuou a ser o principal cliente de Cabo Verde, absorvendo cerca de 91,5% do total das exportações cabo-verdianas, prosseguiu o INE.

 

A nível de países, a Espanha o lidera o ranking dos principais clientes de Cabo Verde na zona económica europeia, representando 72,1% no mês de outubro de 2021.

 

Portugal ocupa o segundo lugar na estrutura das exportações (11,2%), seguido dos Estados Unidos da América (8,1%) e da Itália (7,0%).

 

No mês de outubro de 2021, os produtos mais exportados por Cabo Verde foram os preparados e conservas de peixes (76,7%), seguidos das bebidas alcoólicas (6,5%) e vestuários (5,7%).

 

No período em análise, as importações de Cabo Verde diminuíram 6,4%, face ao mês de outubro de 2020.

 

O continente europeu continuou a ser o principal fornecedor de Cabo Verde, com um peso de 72,0% do montante total, seguido de Ásia/Oceânia (16,7%), América (6,2%), Resto do Mundo (2,7%) e África (2,4%).

 

A nível de países, Portugal lidera entre os fornecedores de Cabo Verde, com 46,8% do total, seguido de Espanha (8,8%), China (7,5%), Países Baixos (6,2%) e Omã (3,3%).

 

Em outubro, os produtos mais importados por Cabo Verde foram os combustíveis (14,2%), seguido dos reatores e caldeira (7,0%), veículos automóveis (6,8%), ferro e suas obras (5,3%), máquinas e motores (5,3%) e arroz (4,4%).

 

Relativamente às importações por grandes categorias de bens, em outubro Cabo Verde importou mais bens de consumo (19,5%) e combustíveis (115%), em relação ao mesmo mês de 2020.

 

Em sentido inverso, houve uma queda nos bens intermédios (-14,7%) e nos bens de capital (-64,7%).

 

Em outubro, ainda segundo o INE, houve um aumento das reexportações em (281,5%), um défice da balança comercial de 5,6% e a taxa de cobertura decresceu 0,8 pontos percentuais.

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