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CABEÇALHO

De janeiro a novembro de 2021, o mercado de escritórios da Grande Lisboa contabilizou um volume de absorção total aproximado de 138.000 m2. Este valor representa um aumento de 17% face aos valores registados no período homólogo.

Até novembro de 2021, o mercado de escritórios da Grande Lisboa contabilizou um volume de absorção total aproximado de 138.000 m2. Este valor representa um aumento de 17% face aos valores registados no período homólogo, segundo revela a Worx em nota enviada ao Notícias ao Minuto.

 

Nesta senda, a consultora imobiliária faz destaque para o Corredor Oeste que representou 35% da ocupação, particularmente influenciada pela inclusão da futura sede da Câmara de Oeiras, com 30.500 m2, lê-se no documento.

 

Seguiu-se a Zona Não Consolidada, devido à ocupação da Factory no Hub Creativo do Beato, com 10.000 m2, e o Parque das Nações, onde se destaca a ocupação da Critical Techworks na K-Tower com 9.900 m2, que contaram com 20% e 17% respetivamente. Segundo a Worx, estes perfazem os três maiores negócios de ocupação, tendo havido cinco negócios de grande dimensão (acima dos 5.000 m2).

 

A estimativa da Worx aponta para que 2021 feche a atividade ocupacional em cerca de 155.000 m2 transacionados na Grande Lisboa, representando assim um crescimento homólogo de 12%.

 

Ainda no mesmo período em análise, o setor de escritórios liderou a procura por ativos de rendimento. Com um total de quase 730 milhões de euros, estes representaram 39% do total do volume investido em Portugal. A compra da Quinta da Fonte pela Sixth Street por 145-150 milhões de euros e do Portfólio Navigator pela South por 120 milhões de euros foram os maiores negócios neste setor, dá conta a consultora.

 

Quais as previsões para 2022?

 

O setor de escritórios deverá retomar o seu dinamismo neste novo ano, potenciada pela crescente procura por parte de empresas tecnológicas e multinacionais, enfatiza a Worx.

 

Ainda que a grande maioria das empresas procure flexibilidade dada a pandemia, estima-se uma preferência por espaços em arrendamento tradicional, sem impacto à adoção de regimes de trabalho híbrido, dado o aumento de áreas sociais e colaborativas.

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