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O Brasil registou um superávite comercial de 7.664 milhões de dólares (6,47 mil milhões de euros) em agosto, valor 25,7% superior face ao mesmo mês do ano passado, informou hoje o Ministério da Economia local.

No acumulado dos oito primeiros meses do ano, a balança comercial da potência sul-americana acumulou um saldo positivo de 52.033 milhões de dólares (43,94 mil milhões de euros), um aumento de 45,7% em relação ao período homólogo de 2020.

 

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior da tutela da Economia, o Brasil exportou 27.211 milhões de dólares (22,98 mil milhões de euros) em agosto, 49,2% a mais do que no mesmo mês do ano passado, enquanto importou 19.547 milhões de dólares (16,51 mil milhões de euros), num crescimento de 61,1% no mesmo período comparativo.

 

No acumulado do ano e até 31 de agosto, as exportações brasileiras avançaram 37,3%, atingindo 188.859 milhões de dólares (159,48 mil milhões de euros), enquanto as importações aumentaram 34,4%, chegando a 136.826 milhões de dólares (115,54 mil milhões de euros).

 

De acordo com o Ministério, as vendas de produtos brasileiros ao exterior foram impulsionadas pela agropecuária - cujas exportações cresceram 22,2% em relação ao mesmo período de 2020 -, mineração (+81,7%) e indústria de transformação (+25,6%).

 

O café não torrado, algodão, minerais concentrados de ferro e cobre e petróleo foram os principais produtos vendidos para outros países no mês passado.

 

Pelas projeções mais recentes do Governo, o Brasil encerrará 2021 com um superávite comercial de cerca de 105.300 milhões de dólares (88,9 mil milhões de euros), resultado de 307.500milhões de dólares (259,66 mil milhões de euros) em exportações e 202.200 milhões de dólares (170,74 mil milhões de euros) em importações.

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