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No segundo trimestre deste ano, os residentes em Portugal realizaram 5,7 milhões de viagens, correspondendo a um acréscimo de 6,1%. As viagens ao estrangeiro ficaram 1,9% abaixo de 2019.

As viagens de residentes em território nacional representaram 85,6% do total de deslocações no segundo trimestre, enquanto as viagens ao estrangeiro ficaram 1,9% abaixo dos valores registados no mesmo período de 2019, antes da pandemia, divulgou o INE.

 

De acordo com os dados sobre a procura turística dos residentes, publicados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística, no segundo trimestre deste ano os residentes em Portugal realizaram 5,7 milhões de viagens, correspondendo a um acréscimo de 6,1%.

 

As viagens em território nacional foram determinantes para o aumento, com uma subida de 5,5% para 4,8 milhões, o que representou 85,6% das deslocações.

 

Já as viagens com destino ao estrangeiro cresceram 9,8%, totalizando 812,2 mil viagens (14,4% do total) e com uma aproximação progressiva aos níveis de 2019, mas ficando ainda 1,9% abaixo desses valores no trimestre em análise (-4,6% no primeiro trimestre deste ano).

 

As viagens de “lazer, recreio ou férias” foram a principal motivação para viajar entre abril e junho e aumentaram 9,1%, em termos homólogos, representando 48,4% do total de viagens dos residentes, atingindo 2,7 milhões.

 

O motivo “visita a familiares ou amigos” originou 2,1 milhões de viagens (37,8% do total), registando um crescimento de 3,2% (+1,3% em relação ao segundo trimestre de 2019).

 

Os “hotéis e similares” concentraram 25,3% das dormidas resultantes das viagens turísticas no segundo trimestre, tendo o “alojamento particular gratuito” sido a principal opção de alojamento (60,4% das dormidas).

 

Em ECO

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