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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Luís Castro Henriques acredita que ainda há "muito espaço para a Web Summit crescer".

Opresidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Luís Castro Henriques, considera que a realização da cimeira tecnológica - Web Summit - no País, "significa continuar a posicionar estrategicamente Portugal como destino de investimento estrangeiro". Este ano, o evento contou com 71 033 participantes, vindos de mais de 160 países.

 

Questionado sobre a sexta edição da Web Summit, o presidente da AICEP afirmou que, para além de colocar Portugal no mapa como "destino de investimento estrangeiro", "significa uma validação transversal da capacidade da infraestrutura tecnológica portuguesa e uma divulgação da qualidade do talento português, bem ilustrado pelo vibrante ecossistema de startups".

 

O responsável conta ao Dinheiro Vivo que, para além de ser uma oportunidade para atrair turistas e ampliar a rede de contactos para empresas e startups, é também uma ponte para o AICEP: "A Web Summit traz a oportunidade de novos contactos para a AICEP, contactos de grandes empresas internacionais, que possibilitam novas angariações de investimento".

 

Sobre o facto de ser a capital a acolher o evento ao longo dos últimos anos, o responsável salienta as vantagens de Lisboa: "É um ambiente cosmopolita e acolhedor para os estrangeiros e a Web Summit atrai pessoas dos quatro cantos do mundo". Luís Castro Henriques explica ainda que, "segundo os rankings internacionais, Portugal é o quarto melhor país do mundo para expatriados".

 

O presidente do AICEP congratula o País pelas várias edições do evento. Este é "um grande evento que coloca todos os holofotes em Portugal. Ao longo destes anos da Web Summit, o País tem demonstrado a sua capacidade enquanto hub tecnológico".

 

O responsável destaca ainda o talento português: "Falar de talento é falar de uma das peças-chave para o sucesso que Portugal tem registado nos últimos anos. Temos disponibilidade de competências e recursos com um nível elevado de habilitações técnicas".

 

"Os projetos mais recentes têm demonstrado o salto qualitativo do País, sendo tecnologicamente mais avançados, mais ancorados em atividades de investigação e desenvolvimento, em muitos casos em colaboração com a rede de universidades e centros tecnológicos nacionais", acrescenta Luís Castro Henriques.

 

O presidente da AICEP acredita que na próxima edição continuará "a haver muito espaço para a Web Summit crescer, com efeitos na alavancagem da economia nacional e na consolidação da imagem de Portugal".

 

A Web Summit decorreu entre 1 e 4 de novembro em Lisboa, na Altice Arena e no Centro de Congressos de Lisboa.

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