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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

De acordo com um inquérito realizado a mais de 2.200 empresas pela Câmara de Comércio e Indústria Alemã (DIHK), apenas uma em cada três empresas pretende expandir a sua atividade de investimento em inovação.

Este ano, a vontade de inovar das empresas alemãs caiu para o seu nível mais baixo desde o início do inquérito em 2008.No último inquérito, feito há três anos, este número era de quase uma em cada duas empresas. Além disso, uma em cada seis empresas tenciona mesmo reduzir a sua atividade de inovação nos próximos doze meses.

A falta de mão de obra qualificada e as incertezas da política económica parecem estar a paralisar o espírito de invenção da economia alemã.

 

A DIHK chama a atenção para o interesse crescente das empresas em desenvolver capacidades de I&D no estrangeiro. Enquanto no último inquérito, há três anos, apenas um quarto das empresas pretendia investir em I&D no estrangeiro, este número subiu agora para um terço. Contudo, a proporção depende fortemente da dimensão da empresa. Cerca de dois terços das empresas com mais de 500 trabalhadores pretendem investir mais em atividades de I&D, em comparação com apenas 25% das empresas com menos de 50 trabalhadores.

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