NewDetail

AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Presente no nosso dia-a-dia em tudo o que nos rodeia – dos serviços aos produtos, dos transportes aos espaços públicos e privados – o design pode desempenhar um relevante papel para uma economia circular no agroalimentar, visando otimizar custos e minimizar o impacto no ambiente.

O que é uma economia circular?

Círculo, uma forma geométrica onde sucessivamente o fim simboliza um novo começo. E se o fim de um ciclo de vida de uma matéria-prima ou produto assumisse a forma de um círculo e desse início, continuamente a um outro com valor acrescentado?

 

É o que se propõe com a transição para uma economia circular, que se olhe o processo como um todo, independentemente das escalas de cada interveniente, por forma a que desde a produção até ao consumidor final só se utilizem os recursos naturais necessários e se respeite o ciclo de regeneração da natureza, para diminuir o desperdício, a poluição e aumentar a vida útil do produto.

 

A União Europeia prevê que a transição para uma economia circular possa gerar ganhos de cerca de 600 biliões de euros com a redução e valorização do desperdício e a aplicação do “design sustentável” para melhorar o ciclo de vida do produto, nomeadamente no que diz respeito às embalagens, materiais e processos de produção, transporte, reutilização e valorização dos resíduos. No mesmo sentido, o relatório elaborado pela McKinsey para a Ellen Macarthur Foundation estima que a adoção de uma economia circular nos setores da mobilidade, alimentação e ambiente poderá representar uma redução de cerca de 48 por cento nas emissões de CO2 até 2030 e de 85 por cento até 2050, em comparação com os níveis de 2012.

 

Leia o artigo na íntegra na edição de março de 2021 da Revista Portugalglobal, publicação mensal da AICEP.

Partilhar