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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A pandemia causada pela COVID-19 e o conflito na Ucrânia trouxeram ainda mais incerteza a uma geração de jovens adultos que já é designada por “geração limbo”. Essa geração encara o teletrabalho com normalidade e exige formas mais flexíveis de gestão. Para analisar estas tendências, a AICEP, em colaboração com o FutureCast Lab do ISCTE, publicou dois relatórios dedicados ao setor agroalimentar para ajudar as empresas a conhecer melhor estas mudanças e a aplicá-las no desenvolvimento do seu negócio.

As duas análises estão já disponíveis - A Geração Limbo e o Mercado Agroalimentar e Teletrabalho e Soft Managing nas Empresas de Agroalimentar - e integram o projeto Tendências em Gestão e Marketing Internacional cujo objetivo é identificar as principais tendências internacionais que podem tornar as empresas exportadoras mais competitivas.

 

Ao centrar-se numa geração que enfrenta limitações financeiras e dificuldades laborais, mas cujos hábitos de consumo são determinados pelas preocupações crescentes com a sustentabilidade e os comportamentos éticos – a “geração limbo” – o primeiro relatório sintetiza alguns dos hábitos destes consumidores no que diz respeito à alimentação. Apesar do poder de compra limitado, esta geração tem hábitos de consumo exigentes, está comprometida com os valores de sustentabilidade, igualdade e tolerância e a sua influência na decisão da compra não deve ser subestimada. Para esta geração, a comida é uma forma de expressão e mais de 75% dos seus membros gosta de cozinhar e considera a culinária uma arte.

 

Por outro lado, conhecer os hábitos de compra e de consumo da “geração limbo” - de jovens adultos que veem os seus projetos adiados – é um desafio complexo para este setor.

 

Nesta análise são ainda apresentados casos de empresas que, de alguma forma, procuraram adaptar-se aos novos consumidores, nomeadamente a Knorr, Violife e a GL Food Solutions.

 

Já no relatório dedicado ao teletrabalho e soft managing é feito um enquadramento do conceito de teletrabalho e das mudanças provocadas pela pandemia, sendo também antecipadas algumas trajetórias possíveis de evolução.  Embora no setor do agroalimentar o teletrabalho não tenha alcançado a dimensão que teve noutros setores, muitas empresas colocaram os funcionários das áreas que não estão relacionadas com o transporte ou o atendimento aos clientes a trabalhar a partir de casa. Nesta análise são apresentados alguns desses casos, nomeadamente nas empresas Unilever e Sumol+Compal.

 

Para aceder aos relatórios completos, registe-se ou inicie sessão na área de cliente MyAICEP.

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