NewDetail

AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O número de dormidas subiu de 66.674, entre janeiro a abril de 2019, para 77.447 no período homólogo de 2023, segundo a autarquia.

O número de dormidas em alojamento turístico aumentou 16% entre janeiro e abril deste ano, em Viana do Castelo, em relação a igual período de 2019, antes da pandemia da Covid-19, com quase mais 11 mil dormidas registadas. Contas feitas, o concelho também acolheu mais de 45 mil hóspedes, calculou esta segunda-feira o município vianense.

 

“Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), em termos de total de dormidas em Alojamento Turístico – que inclui hotelaria, alojamento local com 10 ou mais camas e Turismo no Espaço Rural – Viana do Castelo alcançou, nos primeiros quatro meses de 2023, níveis 16% superiores aos anteriores à pandemia de Covid-19, com a subida do número de dormidas de 66.674, de janeiro a abril de 2019, para 77.447 no período homólogo de 2023“, avança a autarquia liderada pelo socialista Luís Nobre.

 

Viana do Castelo alcançou, nos primeiros quatro meses de 2023, níveis 16% superiores aos anteriores à pandemia de Covid-19, com a subida do número de dormidas de 66.674, de janeiro a abril de 2019, para 77.447 no período homólogo de 2023.

Câmara Municipal de Viana do Castelo

 

O concelho registou ainda, durante estes quatro primeiros meses, mais de 4,6 milhões de euros de proveitos totais e mais de 3,4 milhões de euros de proveitos de aposento.

 

“O município de Viana do Castelo está a dar sinais de recuperar a bom ritmo no que toca ao turismo, com os números dos quatro primeiros meses do ano de 2023, disponibilizados pelo INE, a mostrarem que o número de turistas registado nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril, é superior aos registados no período homólogo de 2019, considerado o melhor ano de sempre em termos turísticos”, afirma a autarquia em comunicado.

 

Viana do Castelo é “um dos municípios mais visitados na região Norte de Portugal, seja pela história, pela paisagem natural, pela gastronomia e vinhos, a que se junta a arte de tão bem receber”, conclui.

Partilhar