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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O setor dos materiais de construção é um dos que mais exige a adoção de práticas sustentáveis como a limitação de resíduos ou a reutilização de materiais, no quadro de uma abordagem baseada na economia circular. As redes sociais são também uma ferramenta importante para o desenvolvimento de negócios neste setor. Acompanhar estas tendências é fundamental e, nesse sentido, a AICEP acaba de publicar um relatório sobre o impacto da economia circular e outro dedicado ao social media no setor dos materiais de construção.

As duas análises estão já disponíveis - Economia Circular nos Materiais de Construção e Otimização dos Social Media nos Materiais de Construção - e integram o projeto Tendências em Gestão e Marketing Internacional cujo objetivo é identificar as principais tendências internacionais que podem tornar as empresas exportadoras mais competitivas.

 

É abordado o conceito da economia circular e a forma como tem sido aplicado no setor da construção na Europa. A reutilização, reparação ou reciclagem permitem aumentar o ciclo de vida dos materiais de construção e, para além disso, os cidadãos e as empresas estão hoje dispostos a pagar mais pela aquisição de bens duráveis.

 

A aposta na economia circular é simultaneamente uma necessidade e uma oportunidade para as empresas de construção, atendendo a que o setor é responsável por cerca de um terço dos resíduos produzidos na União Europeia. A transição para uma estratégia de economia circular não é rápida nem fácil e tem impacto nas várias fases da construção, do design dos edifícios à reciclagem dos materiais em fim de vida, passando pela construção eficiente e a extensão de vida útil do edifício.

 

São destacados os exemplos de cinco empresas – Combi Works, Schneider Electric, Lehigh Technologies, EcoUp, Revigrés e Amorim – que têm vindo a aplicar princípios de economia circular no seu modelo de negócio, quer seja através do aproveitamento de plásticos recolhidos nos oceanos para produzir tomadas e interruptores, como acontece na Schneider Electric, ou da transformação de pneus velhos em pós de borracha micronizado, como faz a Lehigh Technologies.

 

Quanto à otimização do recurso aos social media pelas empresas de materiais de construção, é abordada a forma como as redes sociais podem promover o negócio B2B, a importância de escolher cuidadosamente aquelas em que se está presente e de definir uma estratégia específica em cada caso.

 

Cerca de 150 milhões de empresas estão presentes em plataformas da Meta (Facebook, Instagram. Messenger e WhatsApp), daí ser também feita uma reflexão sobre como podem as redes sociais contribuir para construir a notoriedade das marcas, melhorar o serviço de apoio ao cliente e aumentar as vendas.

 

Para ilustrar a utilidade das redes sociais no setor de materiais de construção são apresentados os exemplos de quatro empresas: a Olivari, fabricante de ferragens para portas e janelas com uma presença assídua no Instagram, Facebook, Pinterest e Youtube; a Cosentino, que também está presente em quase  todas as redes sociais; a Eiffage, que optou por publicar os conteúdos mais institucionais no site e reservou os seus projetos mais inovadores e as questões relacionadas com a responsabilidade social para o Twitter, Youtube e Instagram; e, finalmente, a Sanindusa, fabricante portuguesa de sanitários que apresenta conteúdos diferentes em praticamente todas as redes sociais, quase sempre com o objetivo de atrair tráfego para o seu site.

 

Para aceder aos relatórios completos, registe-se ou inicie sessão na área de cliente MyAICEP.

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