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CABEÇALHO

A Madeira está representada através da ACIF-CCIM. A iniciativa tem cofinanciamento de 85% de quase um milhão de euros da Agência Executiva Europeia para o Clima, Infraestruturas e Ambiente através do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura.

A Madeira integra o projeto TWINNEDbySTARS, que conta com nove parceiros e tem por objetivo aproveitar os benefícios do turismo para conservar a biodiversidade marinha e mitigar as alterações climáticas. Esta iniciativa terá cofinanciamento de 85% de quase um milhão de euros da Agência Executiva Europeia para o Clima, Infraestruturas e Ambiente através do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos, das Pescas e da Aquicultura.

 

O lançamento do projeto, que pretende também transformar as Regiões Ultraperiféricas da União Europeia em destinos de ecoturismo marítimo reconhecidos internacionalmente, foi feito na ilha de Gran Canaria.

 

Os parceiros que integram o projeto integram quatro regiões ultraperiféricas da União Europeia: Açores, Canárias, Martinica e Madeira (ULPGC – Instituto Universitário de Turismo y Desarollo Económico Sustenible; CMC – Cluster Marítimo de Canarias; EBI European Boating Industry; Governo dos Açores; CTM – Colléctivité Territoriale de Martinique; Marina do Funchal; Nauticocean – Um oceano de experiências; ACIF-CCIM – Associação Comercial e Industrial do Funchal – Câmara de Comércio e Indústria da Madeira; CETECIMA – Centro Tecnológico Ciências Marinas), e por uma organização multinacional (Consulta Europa) que representa o sector da náutica de recreio e do turismo marítimo na Europa.

 

O TWINNEDbySRTARS vai também “desenvolver e testar produtos transformadores” de ecoturismo marítimo e costeiro.

Este projeto quer também aumentar a competitividade marítima do sector do turismo nas Regiões ultraperiféricas e dar o seu contributo na “proteção da biodiversidade marinha, a preservação do património cultural e o desenvolvimento do astroturismo marítimo reminiscente dos antigos navegadores, como um destino sustentável para estes territórios distantes, fortalecendo as parcerias existentes, desenvolvendo capacidades e cocriando produtos turísticos”.

 

Na segunda fase do projeto será criado um programa de desenvolvimento de capacidades que visa “sensibilizar e fornecer às empresas turísticas e outras partes interessadas as ferramentas para acelerar a transição digital e verde e identificar oportunidades de inovação aberta e social com outros agentes” das Regiões Ultraperiféricas da União Europeia.

 

O projeto pretende também analisar os produtos costeiros e marinhos disponíveis e os locais de desenvolvimento nas quatro regiões. Os dados daí obtidos servirão para “conceber e implementar” a cocriação de workshops sobre os produtos turísticos que serão testados com consumidores reais.

 

Em O Jornal Económico

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