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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

O índice de preços ao consumidor (IPC) da China, o principal indicador da inflação no país, subiu 0,7%, em termos homólogos, em setembro, segundo dados oficiais divulgados hoje pelo Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE).

Isto representa uma queda de 0,1% em relação aos números do mês anterior, voltando a ficar novamente abaixo do esperado pelos analistas, que previam uma subida de cerca de 0,9% para setembro.

 

Trata-se do sétimo mês consecutivo em que este indicador regista uma subida homóloga, depois de ter caído 0,3% e 0,2%, respetivamente, em janeiro e fevereiro - meses marcados por surtos do novo coronavírus no norte da China.

 

É também o quarto mês consecutivo de desaceleração do IPC, que atingiu o pico deste ano em maio, quando subiu 1,3%.

 

Na comparação homóloga, os preços dos produtos alimentares caíram 5,2%, em setembro, enquanto os preços dos produtos não alimentares aumentaram 2%.

 

O GNE também divulgou hoje o Índice de Preços ao Produtor (PPI), um indicador da inflação nas vendas por grosso, que registou um crescimento homólogo de 10,7%.

 

Isto representa um avanço de 1,2% em relação à marca de agosto, que já havia sido a maior para este indicador em quase 13 anos.

 

Os preços industriais continuam a ser afetados pelo aumento dos custos das matérias-primas.

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