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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Apesar da evolução favorável das exportações portuguesas, o certo é que existem alguns aspetos que merecem particular reflexão.

A “velha ortodoxia” da década de 50, liderada pela CEPAL (Comissão Económica para a América Latina e Caraíbas), defendia que o crescimento das economias, em particular o dos países em vias de desenvolvimento (PVD), deveria assentar numa política de substituição de importações. Duas razões presidiram a este modelo. Por um lado, convicções “ideológicas” que defendiam os ideais do “orgulhosamente sós”. Por outro, o denominado “export pessimism”, assente na ideia de que os PVD tinham reduzido potencial para crescer através das exportações.

 

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