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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Construtora apresentou resultados positivos na primeira metade do ano. O EBITDA cresceu, mas as receitas caíram, isto apesar de Portugal se ter destacado pela positiva.

AMota-Engil voltou aos lucros. Depois dos prejuízos de 5 milhões na primeira metade de 2020, apresentou um resultado líquido de 8 milhões de euros nos primeiros seis meses deste ano.

 

O “EBITDA subiu 25% em termos homólogos para 181 milhões de euros, impulsionado por uma maior eficiência operacional em todas as regiões e por um efeito one-off na atividade de A&S”, diz empresa. O volume de negócios ascendeu a 1.138 milhões de euros até junho, um recuo de apenas 2%.

 

A Europa contribuiu com 455 milhões de euros para as receitas da empresa liderada por Gonçalo Moura Martins, apresentando sensivelmente o mesmo nível do ano passado. A Mota-Engil destaca Portugal, onde o volume de negócios cresceu 8%.

 

Portugal foi o “maior mercado de Engenharia e Construção no grupo ao fim de muitos anos, ultrapassando o México e Angola”, nota a companhia, salientando que as receitas em África registaram uma quebra de 16% para 325 milhões, isto enquanto a América Latina cresceu 10% para 336 milhões de euros.

 

Carteira de encomendas em recorde

 

A empresa de construção salienta o forte aumento da carteira de encomendas. Apresenta um crescimento de 22% para um valor que, diz, é o mais elevado de sempre.

 

Alcançou um “carteira de encomendas recorde: 7.394 milhões de euros com uma maior relevância dos contratos de longo-prazo”, diz em comunicado enviado à CMVM. A “carteira em África subiu 1.515 milhões no semestre no seguimento da adjudicação do contrato ferroviário de Kano-Maradi (Nigéria)”, destaca.

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