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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

A fabricante de aeronaves brasileira Embraer informou hoje que chegou a um acordo para a venda de até 50 aeronaves da família E2 à companhia aérea norte-americana Azorra.

O contrato prevê a aquisição de 20 novos modelos E190-E2 ou E195-E2, bem como o direito de compra de mais 30 aeronaves, com entregas previstas a partir de 2023, explicou a Embraer num comunicado enviado à Bolsa de Valores de São Paulo.

 

O preço de tabela do pacote, acrescentou, está avaliado em 3,9 mil milhões de dólares (3,4 mil milhões de euros).

 

"Com esta encomenda de 20 aeronaves E2, a Azorra reforça ainda mais o valor excecional que a próxima geração da família E2 traz ao mercado como a aeronave mais silenciosa e eficiente do segmento", disse Arjan Meijer, o presidente da Embraer Aviação Comercial no comunicado.

 

Para o presidente-executivo da Azorra, empresa especializada em 'leasing' de aeronaves sediada no estado da Florida, nos Estados Unidos da América, o acordo reforça a aposta da empresa no E2, "uma família de aeronaves modernas com desempenho económico e ambiental superior" que permitirá uma "excelente oportunidade para estabelecer uma posição de liderança" no setor.

 

Com 41,5 metros de comprimento e capacidade para até 146 pessoas, o E195-E2 é o maior avião de passageiros produzido pela Embraer.

 

Da mesma forma, a aeronave é considerada a mais eficiente produzida pela empresa brasileira, já que a sua tecnologia avançada permite reduzir os custos operacionais em 25% devido ao menor consumo de combustível.

 

A Embraer é fabricante e líder mundial de aeronaves comerciais com até 150 lugares e tem mais de 100 clientes em todo o mundo.

 

A empresa brasileira mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e de distribuição de peças, entre outras atividades, nas Américas, África, Ásia e Europa.

 

Em Portugal, a Embraer anunciou no passado dia 12 a venda de dois parques industriais em Évora à empresa espanhola Aernnova Aerospaceque, mas mantém-se acionista da OGMA - Indústria Aeronáutica de Portugal, com 65% do capital, em Alverca.

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