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Na mesma nota, a empresa indicou que o seu volume de negócios consolidado nos primeiros seis meses do ano ascendeu a 50,8 milhões de euros, “um acréscimo de 17,3% quando comparado com os 43,3 milhões de euros verificados no período homólogo de 2020”.

Os lucros da tecnológica Glintt cresceram 54,9% no primeiro semestre deste ano, para 1,38 milhões de euros, face ao período homólogo, adiantou hoje a empresa em comunicado publicado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

 

Na mesma nota, a empresa indicou que o seu volume de negócios consolidado nos primeiros seis meses do ano ascendeu a 50,8 milhões de euros, “um acréscimo de 17,3% quando comparado com os 43,3 milhões de euros verificados no período homólogo de 2020”.

 

“Apesar das medidas de restrição que vigoraram ao longo deste semestre, na sequência da crise pandémica da covid-19, verificou-se um crescimento do volume de negócios, tendo a Glintt obtido um crescimento de 16% no seu volume de negócios no mercado nacional e de 26% em Espanha”, detalhou o grupo.

 

No que diz respeito ao EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) foi de 7,9 milhões de euros verificando-se um crescimento de 31,2%, em relação ao período homólogo, de acordo com a mesma nota.

 

A Glintt indicou que o aumento deste indicador “resulta essencialmente da melhoria da eficiência operacional refletida na melhoria da margem EBITDA de 14,0% para 15,6%”.

 

O grupo deu ainda conta de que “no contexto da crise pandémica da covid-19 e dos seus impactos na atividade empresarial que ainda se verificaram ao longo do primeiro semestre, a Glintt ajustou a sua oferta, a sua dinâmica comercial e implementou medidas de contenção e de controlo de custos”, sendo que esta estratégia “permitiu, a par do aumento de 17,3% no volume de negócios, um aumento da rentabilidade operacional bruta muito significativo (+31,2%)”.

 

A Glintt implementou um plano de medidas e boas práticas sanitárias que “passa, nomeadamente, pela adoção do teletrabalho por parte dos seus colaboradores sem interrupção ou quebras de qualidade dos serviços prestados”.

 

“As equipas que podiam trabalhar de forma remota, mais de 90% das mais de 1.100 pessoas que trabalham na Glintt, assim o fizeram e vão permanecer neste regime pois a Glintt vai continuar a privilegiar o trabalho remoto”, indicou a empresa.

 

“A Glintt faz uma avaliação regular do impacto da pandemia no negócio e, com a informação disponível à data, não prevê impactos materialmente relevantes nos próximos meses na ‘performance’ do negócio”, referiu a tecnológica, no comunicado.

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