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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

No final deste ano, o comércio electrónico deverá ser responsável por um terço de todas as vendas de retalho realizadas a nível mundial. A diferença é apontada pela Edge by Ascential e será significativa caso se venha a confirmar: o peso passará de 23% em 2019 (pré-pandemia) para 33% em 2022.

Nos anos seguintes, a tendência deverá ser para manter, com o eCommerce a responder por quase dois quintos (39%) das vendas em 2026.

 

Ainda assim, as compras em lojas físicas continuarão a representar a fatia mais importante do retalho. Até porque estudos recentes mostram que os consumidores tendem a preferir um modelo híbrido que combine tanto experiências online com offline – desde que ambas ofereçam a mesma qualidade e que sejam integradas.

 

No mundo digital, os consumidores procuram conveniência, exigência que tem levado as empresas a investir nas suas estruturas logísticas. De acordo com a Edge by Ascential, 60% dos quase 2500 retalhistas analisados oferece, agora, entrega no prazo de duas horas, ou modalidades ainda mais céleres. Além disso, perto de 30% garante entregar as encomendas num máximo de 30 minutos após o pedido.

 

A par das preocupações a nível logístico, regista-se ainda uma forte aposta na comunicação: com a procura a aumentar, o WARC Data prevê que a publicidade associada a eCommerce será a que crescerá mais rapidamente este ano, com os gastos a saltarem 26,8%.

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