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Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2021, 3,9 milhões de desempregados na UE (24,2% de todos os desempregados no primeiro trimestre de 2021) encontraram emprego, segundo o estudo do Eurostat sobre os fluxos do mercado de trabalho na UE.

Nesse período, 8,8 milhões (54,6%) permaneceram desempregados e 3,4 milhões de desempregados (21,2%) tornaram-se economicamente inativos (ou seja estão sem trabalho, mas não procuram, não estando por isso enquadrados na definição económica de desemprego).

 

Do total de desempregados no primeiro trimestre de 2021, 2,4 milhões (1,2%) mantiveram-se nesta situação nos três meses seguintes, enquanto 5,5 milhões (2,8%) passaram para um estado de inatividade económica.

 

Dos que foram contabilizados como economicamente inativos no primeiro trimestre de 2021, 6 milhões (4,9%) encontraram um trabalho nos três meses seguintes, enquanto 4,6 milhões (3,8%) passaram para uma situação de desemprego.

 

As mudanças na taxa de emprego entre o primeiro e o segundo trimestre de 2021 variaram entre 27 os Estados-Membros.

 

Os maiores aumentos foram registados na Eslovénia (2,8 p.p.), Grécia (2,1 p.p.), Bélgica e Luxemburgo (ambos com 1,5 p.p.).

 

Roménia (-03 p.p.) e Estónia (-1,4 p.p.) foram os únicos países da UE a contabilizar uma queda na percentagem de empregabilidade, entre os dois trimestres. Portugal foi o sexto país da UE com maior crescimento na taxa de empregabilidade, como se pode verificar no gráfico abaixo.

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