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AICEP
Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal

CABEÇALHO

INE. É preciso recuar a 2020, ao primeiro ano da pandemia covid-19, altura em que muito comércio foi interrompido por fortes medidas de confinamento, para ver um desempenho pior.

As exportações totais portuguesas ficaram virtualmente estagnadas no terceiro trimestre, registando uma variação real (descontando a inflação) de apenas 0,1% face aos mesmos três meses de 2022, informa o Instituto Nacional de Estatística (INE) nas contas nacionais referentes ao período de julho a setembro.

 

É preciso recuar a 2020, ao primeiro ano da pandemia covid-19, altura em que muito do comércio foi interrompido pelas fortes medidas de confinamento, para encontrar um desempenho pior, mostram as séries do INE.

 

Antes da pandemia, uma época anómala e totalmente inesperada que fez quebrar as exportações portuguesas (de bens e serviços, interrompendo também o precioso turismo), o pior momento das exportações aconteceu em 2009, estava o país a entrar em recessão e a mergulhar na bancarrota de 2010/2011.

 

As exportações são amiúde referidas como sendo o motor da economia portuguesa que, dada a sua pequena dimensão, precisa da expansão externa para crescer, criar novos empregos, para se manter à tona, defendem muitos economistas.

 

Atualmente, o valor total das exportações -- por força de grandes operações e investimentos externos (cluster Autoeuropa, por exemplo), do aumento do preço do petróleo (veja-se as exportações exuberantes da Galp desde que começou a guerra contra a Ucrânia) e do turismo -- equivale a metade do PIB gerado em Portugal.

 

Em Dinheiro Vivo

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