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CABEÇALHO

O 160.º aniversário das relações diplomáticas entre os dois países, que se comemora a 20 de outubro de 2024, constitui uma "oportunidade para aprofundar o diálogo político bilateral e incrementar a cooperação".

Portugal e México concordaram cooperar em matéria de portos e energia, indicou o Ministério dos Negócios Estrangeiros após um encontro entre João Gomes Cravinho e a Secretária de Relações Exteriores mexicana.

 

"Portugal e México reconheceram o papel das empresas portuguesas em projetos de "relevante interesse propostos pela atual administração e trocaram impressões sobre a possibilidade de promover iniciativas de cooperação em matéria de portos e energia", indica um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

 

O documento foi divulgado após o encontro que decorreu esta terça-feira entre o ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho e a Secretária de Relações Exteriores do México, Alicia Bárcena na Cidade do México.

 

Portugal e o México concordaram que o 160.º aniversário das relações diplomáticas entre os dois países, que se vai comemorar a 20 de outubro de 2024, constitui uma "oportunidade para aprofundar o diálogo político bilateral e incrementar a cooperação em benefícios de ambos os povos".

 

"O quadro jurídico bilateral será revisto com o propósito de avançar nos Acordos pendentes de assinatura e identificar aqueles que mereçam atualização. Neste sentido, procurar-se-á reforçar a cooperação nos âmbitos ibero-americano, bi-regional e multilateral", indica-se no comunicado.

 

Portugal e o México reiteraram ainda o apoio dos dois países ao processo de modernização do Acordo Global México-União Europeia, "instrumento estratégico tanto a nível bilateral como birregional".

 

Sobre a agenda internacional, "expressaram solidariedade com o povo ucraniano na sequência da agressão russa e o apoio à sua independência, soberania e integridade territorial, como estabelecido nas resoluções pertinentes da ONU, a fim de conseguir uma paz justa, integral e duradoura em consonância com os princípios da Carta das Nações Unidas", refere a nota que foi publicada no Portal Diplomático.

 

Em Dinheiro Vivo

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